Apesar de todas as promessas que Deus lhe fizera, David cometeu logo um pecado grave, que desagradou sobremaneira ao Senhor. De facto, tendo visto uma mulher muito bonita - Betsabé, esposa de Urias - mandou chamá-la, «e dormiu com ela». Pouco depois, Betsabé mandou dizer a David que este a engravidara.
Desta forma, David pensou em estratégias para evitar assumir o adultério. Primeiro, procurou que Urias (que andava na guerra) dormisse com a sua mulher Betsabé. No entanto, não o conseguiu porque Urias seguia escrupulosamente os preceitos relativos à guerra, e não quis divertir-se enquanto os seus companheiros combatiam. Então, David procurou matá-lo; para tal, mandou que o colocassem na zona em que a batalha era mais perigosa. Urias acabou por morrer e, quando terminou o luto da sua mulher, David «tomou-a» por esposa. Assim, o filho que havia de nascer seria legítimo.
«Mas o procedimento de David desagradou ao Senhor»: de facto, em termos objectivos, David procurou a morte de um homem apenas porque queria ficar com a mulher dele. Para evidenciar a injustiça daquele acto, Deus enviou o profeta Natan. Este, através duma parábola lindíssima, mostra a David como este fora mesquinho, aproveitando-se da vantagem que a sua posição lhe concedia para matar um homem - ainda para mais, com a intenção de ficar com a sua mulher.
Ao tomar consciência disso, David confessou o seu pecado. Embora Deus o tenha perdoado, decidiu puni-lo: «Vou fazer sair da tua própria casa males contra ti». E aqui começou o grande drama da família de David. De facto, como se verá, toda a sua dinastia será assolada por intrigas e conflitos, não obstante ser numerosa, de acordo com as promessas que o Senhor fizera. Por outro lado, Deus decidiu também retirar-lhe o filho, que fora concebido em adultério. A respeito disto, é interessante notar a forma como David encarava a morte - «Posso, porventura, fazê-lo [o menino] voltar à vida? Eu irei para junto dele; ele, porém, não voltará mais para junto de mim.» Parece óbvio que, aqui, não há qualquer alusão à ressureição.
Desta forma, David pensou em estratégias para evitar assumir o adultério. Primeiro, procurou que Urias (que andava na guerra) dormisse com a sua mulher Betsabé. No entanto, não o conseguiu porque Urias seguia escrupulosamente os preceitos relativos à guerra, e não quis divertir-se enquanto os seus companheiros combatiam. Então, David procurou matá-lo; para tal, mandou que o colocassem na zona em que a batalha era mais perigosa. Urias acabou por morrer e, quando terminou o luto da sua mulher, David «tomou-a» por esposa. Assim, o filho que havia de nascer seria legítimo.
«Mas o procedimento de David desagradou ao Senhor»: de facto, em termos objectivos, David procurou a morte de um homem apenas porque queria ficar com a mulher dele. Para evidenciar a injustiça daquele acto, Deus enviou o profeta Natan. Este, através duma parábola lindíssima, mostra a David como este fora mesquinho, aproveitando-se da vantagem que a sua posição lhe concedia para matar um homem - ainda para mais, com a intenção de ficar com a sua mulher.
Ao tomar consciência disso, David confessou o seu pecado. Embora Deus o tenha perdoado, decidiu puni-lo: «Vou fazer sair da tua própria casa males contra ti». E aqui começou o grande drama da família de David. De facto, como se verá, toda a sua dinastia será assolada por intrigas e conflitos, não obstante ser numerosa, de acordo com as promessas que o Senhor fizera. Por outro lado, Deus decidiu também retirar-lhe o filho, que fora concebido em adultério. A respeito disto, é interessante notar a forma como David encarava a morte - «Posso, porventura, fazê-lo [o menino] voltar à vida? Eu irei para junto dele; ele, porém, não voltará mais para junto de mim.» Parece óbvio que, aqui, não há qualquer alusão à ressureição.
Depois, David e Betsabé conceberam outro filho, «ao qual David pôs o nome de Salomão. O Senhor amou-o». Salomão, a par de seu pai, foi dos homens mais influentes para a história e cultura israelitas, tal como será evidente pelos textos posteriores. O amor de Deus, além de confirmar o perdão concedido a David, é também sinal do sucesso que Salomão teria.